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Diretor-geral do TRE-PI acompanha eleição simulada no Maranhão

“O que se busca com as eleições simuladas é a preservação intransigente da legitimidade democrática”, afirmou presidente do TSE durante evento

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, participou da eleição simulada no município de Paulino Neves, a 300 km de São Luís (MA). O ministro acompanhou a totalização dos votos e a emissão dos boletins de urna, atestando a estabilidade do sistema e a celeridade da transmissão de dados.

O ensaio geral aconteceu no último domingo (23/8) e envolveu eleitores-gerais, 96 mesárias e mesários e o uso de urnas eletrônicas de diferentes gerações. O diretor-geral do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI), Walter Schell Raposo, e o diretor-geral do TSE, juiz Daniel Sobral.

Realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) desde 2004, a eleição simulada testa vários dados num ambiente simulado ao real do dia da votação, só que com candidaturas fictícias. O objetivo é apresentar requisitos de segurança do processo eletrônico de votação, transparência, treinamento de mesárias e mesários, entre outros testes que servem de parâmetros estratégicos para a Justiça Eleitoral. 

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“A tecnologia para essa Justiça especializada nunca representou um fim em si mesma, mas, sim, um meio pelo qual garantimos que a vontade do eleitor seja registrada de forma exata, transparente e inviolável. O que se busca com as eleições simuladas é a preservação intransigente da legitimidade democrática”, afirmou o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques.

A presidente do TRE-MA, desembargadora Maria Francisca Gualberto de Galiza, reafirmou a tranquilidade do teste e reforçou a mensagem de confiança e transparência dirigida ao eleitorado. “A simulação correu tranquila, sem intercorrências técnica ou logística. A mensagem que fica para o eleitor e para o cidadão é a de que a urna eletrônica funciona e a Justiça Eleitoral trabalha com seriedade e transparência, respaldada por um corpo técnico especialista em eleições há mais de 30 anos. O sistema é transparente, auditável e seguro. Não ocorreu nada fora do previsto”, concluiu.

Com informações do TSE. 

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